FACTORES GEOGRÁFICOS E HISTÓRICO-CULTURAIS NO PROCESSO DE REGIONALIZAÇÃO DE CABO VERDE

Em artigo anterior, abordei o conceito de regionalização tout court, mas interessa esclarecer desde já o que é região, antes de avançar para outra ordem de considerações. Até meados do século XX, o conceito de região era, por assim dizer, monopolizado pela escola geográfica francesa, mercê, sobretudo, do pensamento de Vidal de la Blache sobre o paradigma de região homogénea. Para este académico, o país é um conjunto de regiões homogéneas e dotadas de características humano-geográficas que as diferenciam entre si. Transformando-se e moldando-se à fisionomia das sociedades humanas, com a sua história, usos, costumes e tradições, cada espaço geográfico diferenciado reflectia uma relação de equilíbrio entre o homem e a natureza, mantendo-se como parcela territorial estável no seu conservadorismo e praticamente refractário a influências e fluxos exteriores. Resultado de uma interacção secular entre o homem e o meio, a delimitação do espaço seria intuitiva e a metodologia aplicada ao seu estudo restringia-se, portanto, à análise dos elementos físicos e humanos.

Mais tarde, nos países anglo-saxónicos, sob a influência das escolas liberais neo-clássicas, a região deixa de se reconhecer pelas suas características únicas de espaço físico ocupado, para passar a ser espaço sujeito a relações de interdependência crescentes, sob a dinâmica dos processos económicos e sociais gerais. É a corrente moderna, que considera a região como uma estrutura viva, um sistema aberto a uma permanente relação entre o meio físico, a economia, a sociedade e a cultura. Com este conceito mais actual, a região tem de ser vista como espaço de partilha, de complementaridade e de subsidiariedade dentro do todo nacional, o que lhe confere uma natureza mais dinâmica e evolutiva, compatível com os desafios de um mundo em permanente inovação e evolução. É esta nova visão que passou a dominar, dela colhendo a França as suas virtudes, a ponto de estar hoje na vanguarda dos mais perfeitos sistemas de regionalização.

Ao pensarmos em regionalizar o território cabo-verdiano, é claro que o conceito a que nos devemos ater é o mais actual, se queremos, como é o nosso objectivo, encontrar soluções justas para corrigir desequilíbrios regionais que têm causas estruturais remotas, sim, mas que se agravaram com políticas centralistas que não se pautaram, e não se pautam, pelos melhores critérios de equidade. A metodologia do planeamento da regionalização terá de olhar para a realidade concreta de cada ilha, quantificando valores estatísticos como a dimensão territorial, a população, o produto interno bruto, a infraestruturação económica, os índices de escolaridade, de formação profissional e de inovação e criatividade local, as potencialidades ao nível da agricultura, das pescas e da industrialização, os transportes e as comunicações, etc. A análise e o estudo têm de privilegiar um olhar objectivo sobre as escalas comparativas dos diversos dados em presença, e também um olhar prospectivo sobre medidas correctivas que logo à partida têm de ser implementadas para corrigir os desequilíbrios mais acentuados, em atenção ao princípio de equidade que deve presidir ao planeamento. Se a regionalização se limitar, numa atitude autista e incapaz de se libertar de preconceitos centralistas e localistas, a uma simples divisão do espaço territorial e agrupamento de ilhas, nada de substancial será mudado, e, pelo contrário, os problemas poderão até agravar-se, provocando, a prazo, a regressão do processo de descentralização do poder. Para obstar a isso, as novas autarquias regionais terão de receber os instrumentos de administração pública necessários e, por seu turno, terão de agir com a responsabilidade inerente aos deveres institucionais acrescidos com o novo modelo institucional, no escrupuloso respeito pelas leis e preceitos gerais e constitucionais.

Sublinhe-se que um dos problemas centrais levantados pela questão regional é encontrar a melhor síntese entre as diversas dimensões do espaço geográfico e as variáveis humanas envolventes, nomeadamente a económica e a social. Dito de outro modo, o maior desafio da moderna geografia regional é a criação de instrumentos metodológicos que permitam resposta capaz à diversidade de problemas, salvaguardando a unidade e contiguidade do todo nacional, mas em articulação com as singularidades e potencialidades criativas de cada uma das partes. O objectivo não é regionalizar só por regionalizar, o objectivo é que a reforma administrativa seja a via para o desenvolvimento, que, volta-se a repetir o que foi dito em artigos anteriores, não é apenas económico, é também social e cultural. E com a reforma pretende-se uma melhoria da eficácia da governação, mediante uma maior celeridade dos processos de decisão e um conhecimento de causa mais aprofundado dos problemas das populações e dos seus anseios de progresso e de envolvimento directo nas causas comunitárias, o que só é possível se sentirem o coração do poder mais próximo de si.

E posto isto, transpondo-nos para a realidade concreta de Cabo Verde, vejamos as modalidades mais prováveis para o agrupamento regional das ilhas, em função de variáveis geográficas e histórico-culturais. A dimensão territorial e a distância relativa, bem como a demografia, a história e a cultura permitem considerar as seguintes hipóteses, que reflectem diferentes opiniões já vertidas em algumas intervenções, nomeadamente do José Fortes Lopes, de Paulo Monteiro e de Eugénio Inocêncio:

Primeira hipótese

─ 1ª Região: S. Antão, S, Vicente, S. Nicolau e S. Luzia;

─ 2ª Região: Sal e Boa Vista;

─ 3ª Região: Maio e Santiago;

─ 4ª Região: Fogo e Brava.

Segunda hipótese

─ 1ª Região: S. Antão, S, Vicente, S. Nicolau e S. Luzia;

─ 2ª Região: Sal, Boavista e Maio;

─ 3ª Região: Santiago;

─ 4ª Região: Fogo e Brava;

Terceira hipótese

─ 1ª Região: S. Antão, S, Vicente, S. Nicolau e S. Luzia;

─ 2ª Região: Sal, Boavista e Maio;

─ 3ª Região: Santiago, Fogo e Brava.

A ordem de agrupamento das ilhas, em qualquer das hipóteses consideradas, obedece apenas a um critério geográfico posicional, num arco descendente e de orientação norte-leste-sul. As 3 hipóteses apresentadas têm em conta, em maior ou menor grau, e conforme cada uma delas, os factores atrás enunciados.

Em todas aquelas hipóteses, a constituição da 1ª Região é a única que se mantém constante, parecendo reunir largo consenso, avalizado por qualquer dos factores de decisão. Dir-se-á que a geografia, a história e a cultura se conciliam inteiramente na consagração dessa região, que assim merece o rótulo legítimo de região natural. No caso da 1ª hipótese, claro que, a dissociação entre Santiago e Fogo não condiz com a afinidade histórico-cultural, já que foram as primeiras ilhas colonizadas e praticamente no mesmo espaço temporal. Contudo, outra ordem de factores pode pesar em desfavor da sua junção. Com efeito, sendo Santiago a maior e mais populosa ilha (mais de 50% da população total, ou seja, 300.000 habitantes), se associada ao Fogo (38.000 habitantes) implica necessariamente integrar a Brava (6.000 habitantes), solução que configura um acentuado desnivelamento demográfico inter-regional, o que requer análise aprofundada e ponderação. Mas associar Santiago e Maio (8.000 habitantes), como prevê a 1ª hipótese, parece já uma solução óbvia do ponto de vista geográfico e compreensível economicamente (expansão natural das potencialidades turísticas do conjunto). Resta saber se a população de Maio aceitará tal junção, que representa em princípio uma absorção e deglutição da sua identidade. A junção de Maio a Sal e Boavista, como consta da 2ª e 3ª hipóteses, já parece uma solução equilibrada, pela semelhança geográfica das ilhas (as únicas de origem sedimentar) e pela similitude das suas potencialidades económicas no sector turístico, além do acréscimo de peso demográfico ao conjunto. Na 1ª hipótese, poder-se-á apontar a pouca expressiva população (Sal – 35.000 habitantes; Boavista – 6.800 habitantes) como o ponto menos forte da associação das duas ilhas, ainda que a solução tenha fundamento do ponto de vista geográfico e económico.

A presença de Santiago como região-ilha, na 2ª hipótese de articulação regional, não é questionável, atendendo à dimensão geográfica, demográfica e económica da ilha, estes dois últimos factores potenciados em elevado grau pela atenção privilegiada que o poder centralista dedicou à ilha. Refira-se ainda que há quem entenda que o município da Praia deve constituir por si só uma região. É o que propõe o economista Eugénio Inocêncio num seminário realizado em Lisboa em 13 e 14 de Dezembro de 2002, sob o tema “As Relações Externas de Cabo Verde: O Caso da União Europeia – O Desenvolvimento de Cabo Verde: novos desafios, novas políticas, uma nova cooperação”. De resto, é o único ponto em que a proposta daquele economista e antigo embaixador difere da solução contida na 1ª hipótese. Para ele, o interior de Santiago constituirá uma região em associação com Maio. Pessoalmente, tenho alguma dificuldade em ver o espaço físico da ilha de Santiago assim delimitado. Razões de ordem operativa e também psicológica desaconselham essa solução, até porque o tal “estatuto político especial” que se quer conferir ao município da Praia não deverá ser incompatível com outras hipóteses consideradas para essa ilha.

Ao referir-se a factores culturais, a questão das variantes do crioulo não será despicienda na ordem de razões justificativas das delimitações propostas. Genericamente, há uma clara identidade linguística entre os crioulos daquelas ilhas associadas, à excepção de 2 particularidades, uma no que respeita à ilha do Sal, cujo crioulo está mais próximo de S. Vicente, e outra no que respeita à Brava, cujo crioulo, além de elementos linguísticos próprios, é de uma sonoridade singularíssima. Quanto ao resto, poderá haver outras ponderações a respeito do estatuto jurídico da ilha de S. Luzia e ilhéus, em princípio considerados reservas naturais, mas restando saber se preferencialmente dependentes das regiões que lhes estão próximas ou se do Estado central. Realce-se ainda que os factores determinantes atrás apontados não são, de um modo geral, mutuamente exclusivos, mas inter-actuantes, admitindo-se que se conjugam no sentido de uma solução favorável à delimitação regional proposta.

Há quem argumente que Cabo Verde não tem dimensão física e demográfica que justifique um qualquer modelo de regionalização. É verdade que as nossas ilhas de um modo geral não têm relevância territorial, mas se o mar é a dimensão espacial que em certo sentido separa e afasta, não deixa, por outro lado, de ser o elemento unificador, aglutinador e até amplificador do espaço entre as ilhas mais contíguas, contendo potencialidades exploráveis na futura planificação do seu desenvolvimento. De resto, a descontinuidade territorial é, paradoxalmente, o argumento forte da regionalização, na medida em que diferenciando o espaço físico gerou identidades e perfis sociais próprios. É à luz das novas correntes da Geografia que se terá de olhar para o espaço diferenciado, recusando fenómenos de estagnação e isolacionismo, e, ao invés disso, explorando todos os recursos e disponibilidades que se ofereçam na diferenciação, numa óptica de desenvolvimento integrado e igualitário no todo nacional. Se a reforma for bem concebida e melhor executada, o paradigma do desenvolvimento geral do Estado mudará muito provavelmente.

Tomar, 5 de Março de 2012

ADRIANO MIRANDA LIMA

(Esclareço que não escrevo, nem escreverei, conforme as regras do Novo Acordo Ortográfico)

 

V O L T A R



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Comentários dos nossos leitores
artur arturgomes@hotmail.com
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AS QUATRO FASES DO ROUBO DAS OUTRAS ILHAS DE CABO VERDE PELA CIDADE DA PRAIA. Fase 1 – Roubo de quadros e de gente mais bem formada e formatada – 1975 a 2000 Fase 2. – Roubo das ideias, dos ideais, dos sonhos, das oportunidades, dos projectos – 2000 a 2010 Fase 3 – Roubo das matérias-primas e dos recursos naturais das outras ilhas – 2010 a 2015 Fase 4. – Os ladrões são apanhados, punidos e devolvem aos legítimos proprietários o que lhes pertence.- 2016. Isso não tem nada a ver com os partidos políticos, nem o MPD, nem o PAICV; tem a ver sim com os badios de Santiago, que têm barriga largo e comem demais. Mesmo o bispo de Cabo Verde Dom Arlindo já disse a mesma coisa em relação às festas da Quarta-feira de cinzas. Ele, polido como é disse isso por meio de metáforas quando fala sobre o esbanjamento, da comilança que se faz durante as festas municipais, de romaria, dos santos e religiosos onde se substituiu uma data que deveria ser de poupança e entrega aos outros em forma de caridade para um regabofe enorme de comes e bebes sem fim. A ilha de Santiago que produz muita coisa mas mesmo assim não consegue aguentar tamanha afronta e falta de saciedade do seu povo. A partir daí é só um passo: Olé, maltas da badiulândia, vamos comer a do vizinho; se este não quiser deixar que a gente coma então é porque ele é bairrista e traidor nacional porque não está a pensar em Cabo Verde. Os outros das outras ilhas devem sempre pensar em Cabo Verde e os badios pensam em Cabo Verde? Querem a prova? Quantos ilhéus do Fogo, da Brava, de S. Vicente, de São Nicolau, de Santo Antão criaram e investiram o seu rico dinheirinho na Praia? E quantos badios de Santiago já investiram o seu dinheirinho nas outras ilhas? É só contá-los e contar as empresas e as fábricas; estão aí todos os dias na televisão.


rip rip@hotmail.com
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Deixe-se de tonterias. Nunca as Câmaras Municipais se descentralizam e vem agora com propostas de descentralização à 1º mundo. Com que dinheiro vai sustentar esse devaneio? Que cada Ilha alavanque motores de desenvolvimento e ponha todos os respectivos ilhéus a trabalharem sem inveja nem dores de cotovelo de outras ilhas e verão como o desenvolvimento surge!


Adriana adriana007@gmail.com
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Epa, mas esse Artur Gomes é um fenòmeno da natureza lol!Putz, o que o gajo já me fez rir! Ó feto de intelectual, só nasceste mesmo para não ficar na barriga da tua mãe. Tanto ódio aos badios, que já tanto te deram de comer, deves ser apenas mais um dos tantos que cá estão a encher a pança á custa de Santiago e das suas gentes, pessoas trabalhadoras, humildes, que não tem medo de pegar no pesado em vez de estarem armados em pseudo-intelectuais, com o rei na barriga, a comerem "txitxarro" e a arrotarem caviar como a maioria dos "bsôt", que não querem trabalhar duro para a progresso da sua ilha, pois são uma cambada de preguiçosos, só querem é festa, armados em burgueses de m... e a armarem-se em vítimas que os badios querem vos tomar tudo. Então seassim é, burros é o que vcs são! Vão mas é trabalhar e vejam se criam juízo!Cambada!


Johnny JohnS@hotmail.com
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O sampadjdudo artur gomes deve ser um doente mental. Cuidado com as tuas maluquices, que ainda vais parar ao manicómio. Não perca o seu tempo com tanta ignorância e estupidez. Santiago rouba quadros mais bem formado e formatada assim como portugal,França,Itália; USA entre outros, o fazem. Nunca vi o artur a protestar contra esses paises que são "ladrões" dos vossos quadros, antes pelo contrário, é só elogios para esses "ladrões". Um desses quadros é o autor deste artigo. Quanto aos insultos, dou de barato, Só acontece quando as pessoas não tem ideias.


José Manuel de Jesus jmj@gmail.com
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Assino o artigo do sr. Artur Gomes que aplaudo pelo estudo que fez antes. O que se passa em Cabo Verde é a execução de um programa de "santiaguisação" devidamente programado e que é seguido religiosamente por várias pessoas que desejam ver as ilhas para a Africa continental e, concumitantemente, a morte dos outros ilhéus. Essas pessoas, antes do sentimento cabo-verdeano têm o complexo de não terem nascido mandingas, fulas ou bambaràs ou, pelo que se vê agora, cidadãs tapadas com a burka. A gente da nossa terra, que sempre procurou cultivar-se, elevar-se ao mesmo nível dos que um dia apareceram para povoar as ilhas, que conseguiu notabilizar-se sem distinção de cor, vê-se agora considerado mais que nada e quem ousa apresentar uma ideia de discussão para melhor desenvolvimento é imediatamente atacado de bairrista. Mas ninguém é cego nem surdo. Concebo que os vendidos estejam mudos ou recitando a cartilha dos tais que tudo fazem para colonizar as outras ilhas. Outrora tivemos as Forças Vivas que se levantavam para a defesa geral (até foram degredados para o Tarrafal) mas agora vemos uns Vivos à Força que trabalham para o enterro de tudo quanto não é de Santiago. Mas, "não há bem que sempre dure" e a prova aparece cada dia com presidentes vitalícios a serem depostos e julgados (e até linchados) e inquéritos sobre bens mal adquiridos pelos que se julgam bem defendidos pelos lacaios que roubam o erário público. E isso porque ninguém ousou contrariar o partido único e sua emanação repletos que estão de ladrões de cartola. A mudança é uma questão de (pouco) tempo. Só que para os menos privilegiados a areia da ampulheta cai mais devagar aniquilando-os à mingua. Enquanto não houver uma consciencialização pela parte do Povo no sentido de se mobilizar para a criação de uma núcleo de defesa para uma sociedade "plus equitable" a que foi esteio da nossa identidade vai à ruína porque não existe solidariedade para com os mais frágeis e funciona a sabotagem para quem ousa abrir a boca. - Que dizer mais senão Obrigado, Miranda Lima; o que diz aqui é tão valoroso que sei ser pessoa que não procura tacho mas o progresso do seu (nosso) Cabo Verde.


José Manuel de Jesus jmj@gmail.com
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Até há quem se esconde atrás de ripas para poder demonstrar a profundidade da sua análise. A visão do RIP é tão incoerente como digna de pessoa vendida, incapaz de apresentar um trabalho equivalente ao que se leu aqui e que foi baseado em pesquisas profundas em factos concretos, programas conseguidos em mundos mais avançados por pessoas que trabalham para o progresso da Humanidade e não para o bem estar pessoal. A politica seguida hoje na nossa terra é perfeita para a criação de uma sociedade muito desigual,com de um grupo de novos ricos e uma quantidade enorme de mendigos.


rui joserui66@hotmail.com
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sendo apologista da tese do ultimo paragrafo, ou seja, perante a dimensão física e geográfica seria contraproducente qualquer regionalizaçao. Alias da mesma forma quer impor a oficializaçao da lingua crioula seria um suicidio cultural com consequências gravíssimas para o povo e a cultura cabo-verdiano, qualquer sentimento separatista mesmo que invocando a unificação ou oficialização por caminhos diversos serão certamente perigosos. registe-se a sua opinião e espero que haja mais opiniões.


José F Lopes jflopes@ua.pt
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Não vou-me alongar em comentários pois estou em sintonia com o texto que é mais um contributo este grande cidadão, Adriano Lima, ao debate sobre a Regionalização. È pena que não aparece ninguém dos poderes políticos a dar a cara para debater, nem sequer aqueles que tiveram a debater na TV. Com todo este material que vem sendo fornecido aos partidos políticos, aos deputados, o governo tem matéria para instaurar um verdadeiro debate interno e nacional sobre a Reforma Política e Administrativa do País, a Descentralização/Regionalização. Mas Adriano Es ca ta Cdi.


apostolus apostolus@yahoo.com
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Quando Cristo pregava boas palavras em galileia havia sempre pagãos e fariseus para denegrir as suas intenções


DASAEV dasaev1967@gmail.co,
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SORRY MAS NAO FAZ SENTIDO COLOCAR SAO NICOLAU NA REGIAO DE S VICENTE. MAIS DE METADE DA POPULAÇAO DO SAL É DE S NICOLAU E PORTANTO REGIONALIZAR SN COM SV CEHRIA-ME A ESTURRO. EU DEFENDO CADA ILHA UMA REGIAO.


Nita Fortes nitafortes@sapo.cv
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Este trabalho merece toda a nossa atenção para um debate sério pois se trata do futuro da Nação mas a maioria dos politicos prefere ignorar o assunto pois não quere sequer abordar a ideia da centralização que não lhes convém. Quem é que ousa pôr em causa o que lhe pode custar a mama? Meteram-nos num saco de centupeia e não hà quem possa sair tão depressa. Para se recuperar o osso hà que sacrificar o cão.


Alberto Tavares altava@sapo.cv
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Sr. Dasaev, para seu governo, digo-lhe que a grande maioria dos vicentinos são oriundos (ou têm costelas) de S. Nicolau ou de Sto. Antão e não se quer fazer uma regionalização pela gente mas pela situação das suas ilhas. Acho que ainda não compreendeu isso; ninguém quer mandar cada um para sua terra mas sim que quem està na ilha trabalhe por ela particularmente e para CV em geral. Pessoalmente quero ver o progresso paralelo das ilhas todas e não so minha ilha de Santiago comendo tudo e sacrificando as outras.

V O L T A R



caverdean otecabrer@gmail.com
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É impressionante, como uma verborreia despropositada e desconexa bairrista de um tal artur, consegue trazer à tona outros desabafos não menos mediocres,prenhes igualmnete de cretinice bairrista congénita , ... como e o caso da Dª Adriana ...sera que a SRª espera, dos que a leem, algum tipo de desculpa ou compreensao pelo facto de ter tecido comentarios , apartir de um ponto de vista absurdo e e incoerente? A sª náo conseguiu descolar do artur pela positiva ... nha e igual a ARTUR ,.... igualmente um feto intelectual dissimulado ..


UM CABO-VERDIANO caboverdianamente@gmail.fr
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O comentàrio do colunista ARTUR tem fundamento com uma lògica bem clara . Este roubo- como êle diz- das outras ilhas de Cabo Verde , pela Cidade da Praia é de forma tao evidente , que so quém ( nao quer ver ) como este roubo foi feito e continua a ser praticado !.. O sistema foi posto em pràtica hà jà alguns anos por este GOVERNO !... CENTRALIZACAO.!. simplesmente!.. ; Nao precisamos fazer grandes estudos para compreender o sistema ; Jà li em vàrias pàginas onlines , mesmo em diferentes circunstâncias que pessoas bem formadas , que seja de Sao Vicente Sao Antao Sao Nicolau , abandonarem as suas ilhas para ir trabalhar na Praia , dando o seu contributo para um desenvolvimento ( extraordinàrio ) àquela-ilha CAPITAL- ao detrimento da sua ilha NATAL !.. Mas o sistema posto em pràtica pelo governo do PAICV - até agora no poder- era para isso ?? Como é que devemos criticar uma pessoa apos ter feito os seus estudos , nao encontrar trabalho là onde êle pretendia , ter de ( I ) MIGRAR ,MESMO DENTRO DO SEU PAIS ,para poder trabalhar e sobreviver !!... A MAFIA DO SISTEMA do PAIGC deu resultado !. E isso que todos os cidadaos deste pais devem combater , ou seja combater esta MAQUIAVELICA CENTRALIZACAO , para o bem do nosso pais e do seu povo !..So nao estarà de acordo com este comentàrio , quém nao quer ver um CABO VERDE para todos . Uma situaçao politica ,social e economica ,destribuida (proporcionalmente) para todas as ilhas que compoem o arquipélago !..UM CABO-VERDIANO !..


José Figueira,junior jfigueira@wanadoo.fr
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Certo que o amigo Adriano fez uma excelente dissertação sobre o geográfico-historico de um modo geral, de forma bastante elucidadtiva que penso vai servir a esclarecer muito Insular.No entanto o problema se põe sempre em saber qual dos dois é que gera um ao outro, se é o geografico que gera o historico e vice-versa.Eu acho que é o geográfico porque sem ele não haveria historico.Mas não vou entrar em detalhes por isso.A única coisa que acho aqui é o meu ponto de vistq, é que Santo Antão, S.Vicente, Santa Luzia, São Nicolau, Boavista, Sal e Maio devem fazer parte de uma sõ Região, Santiago uma só Região pela dimensão, Fogo e Brava juntos, outra Região. O que seria mais simples a gerir admnixtrativamente Mas atenção cada um com a sua própria autonomia regional, até certo ponto bem federativa sem verdadeiramente uma parte centralizada para evitar todo o desequilibrio e dar lugar a uma especie de placa tornanate de cada um a sua vez de se poder apresentar junto á Federação de comum acordo de todos de bom senso.


UM CABO-VERDIANO caboverdianamente@gmail.fr
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Sempre que apareça BOAS IDEIAS , em relaçao ao nosso Cabo Verde , para o seu desenvolvimento , porque como jà li numa outra pàgina electronica ,a Historia do nosso pais ,o seu desenvolvimento deve continuar e nao ( estagnar ) !.. Esse DESIQUILIBRIO que se verifica de forma (preocupante ) entre as ilhas de Cabo Verde ,deve acabar !.. Este mais um artigo do Adriano M. Lima é de uma importância estraordinària para Cabo Verde ,que seja social politica e economica , para o progresso do pais .Porquê que devemos continuar num sistema de centralizaçao que està provocando consequências desastrosas em todo o sentido da palavra por todo o pais ?? A superpopulaçao da Praia , origem mais que evidente na sua criminalidade , os problemas da electra que nao consegue fornecer energia de forma normal , - e isso està mais do que provado ,nunca mais vai normalizar - devido a esta (maldita centralizaçao ) por e simplesmente, interesses polito-partidàrio , para nao falar de outros problemas que estao se encaminhando a passos largos , em termos de religiao !... -Outro perigo que està pairando jà no nosso pais !..Devemos por de parte este bairrismo que nao serve para nada ,para o bom andamento do nosso pais .Sejàmos coerentes !. UM CABO-VERDIANO !..


UM CABO-VERDIANO caboverdianamente@gmail.fr
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Sempre que apareça BOAS IDEIAS , em relaçao ao nosso Cabo Verde , para o seu desenvolvimento , porque como jà li numa outra pàgina electronica ,a Historia do nosso pais ,o seu desenvolvimento deve continuar e nao ( estagnar ) !.. Esse DESIQUILIBRIO que se verifica de forma (preocupante ) entre as ilhas de Cabo Verde ,deve acabar !.. Este mais um artigo do Adriano M. Lima é de uma importância estraordinària para Cabo Verde ,que seja social politica e economica , para o progresso do pais .Porquê que devemos continuar num sistema de centralizaçao que està provocando consequências desastrosas em todo o sentido da palavra por todo o pais ?? A superpopulaçao da Praia , origem mais que evidente na sua criminalidade , os problemas da electra que nao consegue fornecer energia de forma normal , - e isso està mais do que provado ,nunca mais vai normalizar - devido a esta (maldita centralizaçao ) por e simplesmente, interesses polito-partidàrio , para nao falar de outros problemas que estao se encaminhando a passos largos , em termos de religiao !... -Outro perigo que està pairando jà no nosso pais !..Devemos por de parte este bairrismo que nao serve para nada ,para o bom andamento do nosso pais .Sejàmos coerentes !. UM CABO-VERDIANO !..


Maria Martins biamaravilhosa12@gmail.com
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Nhas gente, estou convencida que CV não progride enquanto houver clivagens mentais tão negativas e deprimentes como estas que vejo em certos comentadores. Se houver uma regionalização na nossa terra, não será para dividir os cabo-verdianos. Nem por sombras. Será para repensar o actual sistema e modificá-lo, se necessário for, para melhorarmos o nosso desenvolvimento. O nosso país quer andar para a frente e não ficar a esmolar a vida toda. E os esmoleiros têm os seus limites. Ninguém do Barlavento odeia os badius nem lhes atribui responsabilidades pela actual assimetria em CV. As responsabilidades são dos políticos que desde a independência só fizeram asneira. Quando podiam ter pelo menos desconcentrado as instituições de soberania enfiaram tudo na Praia. Como era de esperar, se os empregos de jeito estavam na Praia como se pode censurar os das outras ilhas que vão ali em sua demanda? Todos devem emitir a sua livre opinião sobre esta matéria, pois é o próprio Presidente da República que o disse publicamente e já mais de uma vez. O senhor que escreveu este artigo está apenas a dar-nos a sua opinião e é bom que haja mais do género. Ninguém pode sentenciar sobre esta matéria porque muito acerto, consenso e conjugação de esforços terão de ser feitos até que decidam os responsáveis da nação cabo-verdiana. Sem esquecer que o povo vai ter de ser ouvido. Mas para isso é importante que apareçam mais opiniões em artigos e comentários válidos. Nhas mantenha pa bsot tud


Atento atento@gmail.com
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Estes senhores querem nos impor a regionalização. Algum dia viu algum Bravense a defender que a sua ilha se transforme numa região num contexto aonde imperará cada um por si e Deus por todos?


UM CABO-VERDIANO caboverdianamente@gmail.fr
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Caro " patricio " Atento ; Refletir desta maneira , como o " patricio" fez, é ( andar como carangueijo ) é conduzir um carro , cuja caixa de velocidade , so tem marcha - atràs !.. Fico ( atento ) às suas atençoes !..Atenciosamente !..Um Cabo-verdiano !..


indignado Indignado@hotmail.com
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A politica centralista do Estado nao é da responsabilidade dos Santiaguenses. Por isso mais vale denunciar os partidos politicos, os verdadeiros responsaveis, afim de evitar o odio e o bairrismo entre as ilhas. Essa centralisaçao incomoda também os Santiaguenses, principalmente da Praia, que viram duplicar a populaçao sem possuir meios para resolver os problemas basicos dos novos imigrantes como alojameznto, energia, agua, etc, responsaveis pela criminalidade e os ocnflitos sociais. Aliàs o Ulisses Correia Silva ja' denunciou este facto pois a Praia esta' explodindo pelas costuras e nao consegue resolver os problemas minimos duma cidade como a energia e a agua. A descentralisaçao é hoje uma necessidade aos olhos de todos e o que se lmaneta é o silêncio dos partidos e da sociedade civil. Nao ha' outro caminho e se o José Maria nao acelerar vai acontecer ao paicv a mesma coisa que aconteceu em 2001. Quem avisa amigo é pois qualquer conflito enytre as ilhas somente prejudica Cabo Verde. Evitemos os insultosz, as anatemas, as difamaçoes entre os ilhéus pois Cabo Verde é de todos. A regionalisaçao viria libertar o Governo para outras actividades mais importantes como a segurança, a justiça,que tanta preocupa traz ao povo das ilhas, dentro e fora de Cabo Verde.


indignado Indignado@hotmail.com
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O Dassaev propôe nao separar a populaçao do Sal originaria de Sao Nicolau e outras de barlavento do grupo do Norte. Acho que as ilhas de barlavento possuiem um conjunto étnico comum, teem relaçoes historicas, uma populaçao comum e que seria melhor recriar a região de Barlavento como os portugueses protogarinazam no tempo colonial com dois governadores. O Sal e a Boavista nao podem viver isolados das outras ilhas de barlavento e tudo teem a ganhar em se integrar democraticamente, em direitos e deveres, na regiao de barlavento para obem de todas as ilhas e das suas populaçoes. Afastar as ilha do Sal e da Boavista do grupo de Barlavento seria uma exclusao, um acto que quebra a unidade das ilhas de Barlavento. Viva a regiao de barlavento constituida por Santo Antao, Sao Vicente, Sao Nicolau, Sal e Boavista.


rip rip@hotmail.com
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Oh Artur, tu deves ser daqueles que se formaram no Porto Grande, fruto de pai desconhecido! Ainda estás no tempo de roubo de quadros? Vives em que época? Lê as estatísticas e vê de que Ilha são a maior parte dos licenciados, mestres e doutores, mestrandos e doutorandos? Sabes a quem contruiu o condomínio digno desse nome no MIndelo - o Copacabana? Tecnicil, pertencente a badios! O vosso mal é a eterna dor de cotovelo por Praia ser a capital e ter dado certo. Vem viver 5 dias na Praia e verás que a dinâmica desta cidade deve-se muito pouco ao GOverno aqui instalado. Tomem a vossa independencia e fiquem sózinhos ou deixem-nos sózinhos. Precisamos de vcs para quê? Ah outra coisa - santiaguenses comem demais? É verdade, gostamos de comer bem! E estranho, quando vos convidamos, nunca dizem que não e como comem em nossa casa...! Credo! Até parece que nunca viram comida! Mas curioso, sabes o que vcs dizem quando estamos no Mindelo e vcs nos cumprimentam? «dpos nô toiá»! Ou seja, nunca, pois vcs são uns sovinas de marca maior! A grande anedota que se conta «sabes o que significa um restaurante cheio no Mindelo?» resposta: «badios em SV». Ahaha! Cresçam e apareçam e deixem-se de complexos de superioridade incutida em vós pelos colonialistas portugueses! Leiam o Livro do Jorge Querido e a história e perceberão a razão do vosso declínio!


loje loje@yahoo.com
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Respeitáveis senhores contra a Regionalização, querem debater tudo do bem, terão pessoa á altura para a troca de ideias. A regionalização não é uma religião, pode-se ser a favor ou contra. Apresentem os seus argumentos contra. Senão não têm nada a fazer aqui, pois isto aqui não é para chacota é gente bem formada, com princípios e educação. Não lancem anátemas e falsas acusações.


imigrante emigrante@hotmail.com
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Quero regionalisaçao mas não a favor do dominio dos politicos de Santo Antão em nome de São Vicente no Parlamento e no Municipio.O Carlos Veiga desconsiderou o povo de São Vicente colocando pessoas de Santo Antao à frente do Municipio e no Parlamento a representar São Vicente.Nenhum saovicentino foi colaco em Santo Antao a dirigir seja o que fôr e temos de reagir contra esses abusos do Carlos Veiga ou do José Maria Neves de querer colocar pessoas amigas no Municipio e no Parlamento em nome de Sao Vicente. Carlos Veiga foi até pior do que José Maria Neves nesta questão. A élite de São Vicente tem de exigir como fazem os santantonenes que sejam os saovicentinos a representar a sua ilha e a sua cidade em todas as estrturas do Estado. E' triste ver que o Jorge Santos foi deslocado de Santo Antao para assumir a representatividade da ilha de Sao Vicente como se nao tivesse filho desta ilha com capacidade de falar em seu nome. Por isso deve atribuir aos dois partidos a responsabilidade da decadencia de Sao Vicente...


rui joserui66@hotmail.com
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Santo Deus! Um povo que já por si está dividido, querem dividi-lo ainda mais. Uns falam da cor da pele, outros falam das vertentes linguísticas. Não seria boa ideia fazer Cabo Verde um pais LIVRE, PROSPERO e UNIDO e depois regionalizar para melhor unifica-lo? há prioridades que só os cegos não querem ver!!! Qual seria o passo seguinte à regionalização de um povo em si bairrista, com preconceitos a limar, com liberdades condicionadas e com uma orientação politica a definir? Depois da separação regional trarão ideias separatistas? Seguirão o mesmo caminho que se tem seguido nas divisões dos municípios que em si já são minúsculos e a tentação do poder leva a que se crie mais municípios? Qualquer dia o espaço de um quarto de um apartamento é suficiente para se criar um município. Haja paciência!!! Pelo amor de DEUS! Só de pensar que muitos queriam que Cabo Verde fosse uma região autónoma de Portugal.. Talvez fosse boa ideia. Assim já teriam a noção da nossa dimensão territorial. Só assim entenderiam que cada ilha tem a sua especificidade que não lhe permite separar-se das outras. Afinal é essa população dentro de cabo verde e a da diáspora que constitui o povo cabo-verdiano. Todas as ideias são bem vindas para a sociedade cabo-verdiana. Confesso que gostaria de conhecer na sua totalidade o trabalho que o Sr. Adriano Lima apresentou. Regionalizar por regionalizar não é boa politica! Falta-lhe a “sua finalidade de ser ou de se fazer “ Dizer que é para desenvolver sem especificar… é falácia UNAM-SE COMO POVO E DEPOIS PENSEM EM REGIONALIZAR!


artur arturgomes@hotmail.com
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Do meu ponto de vista estas é que devem ser as regiões: Região especial Praia-Capital, Região de Santiago-todos os restantes municípios de Santiago, Região Fogo e Brava, Região Sal, Boavista e Maio, Região S. Antão S. Vicente e São Nicolau, Região Especial Santa Luzia - área ecológica de reserva. Sob pena de continuarmos a ter em Cabo Verde a aplicação das 4 fases do roubo das outras ilhas e populações pela Cidade da Praia. No futuro alguém há-de pagar esse disparate. O ZEMA tem toda a possibilidade na presente legislatura de criar o grupo de estudo necessário para se dar início aos subsídios e debate de ideias. Se não fizer isso vai ficar a reboque do MPD. Veja ZEMA que todas as grandes ideias de transformação de Cabo Verde foram sempre lançadas pelo PAICV que é o primeiro agente transformador destas ilhas. O MPD vem sempre a reboque e espero que não é desta vez que lhes vais oferecer a oportunidade. A bola ZEMA é tua e de mais ninguém. Chute sem medo. Será golo de certeza. O teu povo, meu povo, nosso povo saberá com certeza, pelas provas que deu ao longo do 500 anos, fazer o passe seguinte.


UM CABO-VERDIANO caboverdianamente@gmail.fr
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DASAEV LEIO SEMPRE OS TEUS COMENTARIOS , QUE POR VEZES APRECIOS POSITIVAMENTE !.. DEVO DIZER-TE E TAMBEM PARA TODS AQUELES QUE SE PREOCUPEM COM UM CABO VERDE MELHOR !.. NAO SE TRATA , EM PRIORIDADE DAS POPULACOES DAS ILHAS DO ARQUIPELAGO , MAS SIM .... DAS SUAS ILHAS . A populaçao propriamente dito ,viverà onde quizer ,onde ele se sente melhor !.. Que um (saninculauense) quer viver na ilha do Maio ,que um (bravense) quer viver na boavista .. é dos seus arbitros!.. O QUE ESTA EM CAUSA , DESAEV , E A REGIONALIZACAO , DAS ILHAS DE CABO - VERDE !. Quanto a sua populaçao, pode viver onde bem entender !.. Estamos juntos nesta preocupaçao ; UM CABO-VERDIANO


Mário reis reizinhomaiuca@gmail.com
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Eu acrescentaria a estes comentários que a regionalisação não é um objectivo em si mesmo. Não é regionalisar só por regionalizar, e lavar depois as mãos com a sensação de um trabalho concluído. Deve-se regionalisar para fazer disso uma oportunidade para o desenvolvimento, mas um desenvolvimento mais equilibrado entre todas as ilhas. Penso que é esta a ideia do Adriano Lima.Outra coisa. A associação de ilhas será o ponto de maior dificuldade, mas todas elas terão de dizer para que lado querem pender. Muito mau seria regionalisar com a ideia de cavar o isolamento entre as ilhas, ficando cada uma a tratar da sua vidinha. Isso não seria regionalisar, se regionalisar é, pelo contrário, reunir tudo o que junto (juntamom) pode potenciar o desenvolvimento e o progresso. A ideia só poderá ser essa. Outra coisa. Nada contra a Praia ou Santiago, somos todos baius, sampajudas, patchimparloa e outros mais.Nada de azedumes, desconfianças e piadinhas tolas contra uns e contra outros. Acredito numa boa regionalisação e portanto saúdo a contribuição dos patrícios que nos não dicas sobre o assunto. Vamos discutir seriamente o assunto


UM CABO-VERDIANO caboverdianamente@gmail.fr
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Ho!... " Cabo-verdiano RUI !... " ( Um povo que jà por si , està dividido?? ) - sao as suas palavras!.. - Francamente o " meu amigo " deve saber perfeitamente que esta ( lamentàvel divisao ) é fruto da propaganda politica do PAIGC /CV , para poder governar tranquilemente e isso vem desde 1975 . So vocé caro amigo , é que nao quer ver isso , ou finge ver !... Esta importante proposta do Adriano M. Lima , - repito proposta - é de uma importância capital, para o nosso pais . Nao se trata de divisao dos cabo-verdianos-como o meu amigo pretende- e até vai contribuir para combater esse bairrismo alimentado pelos interessados no poder politico , é a arma favorita desses inimigos da Pàtria, ao detrimento do povo cabo-verdiano !.. Caro amigo, o cidadao cabo verdiano nao é assim tao inocente como " o nosso compatriota " quer dizer .!.. Esse fanatismo ( de militante de partido ) , um dia hà de arrancar do espirito dos cabo-verdianos , para se preocupar mais com a situaçao do nosso pais , para o bem da nossa terra querida . Um Cabo Verde de todos e para todos os cabo-verdianos !..A historia do nosso pais o seu desensolvimento deve continuar , deve progredir , para o bem do NOSSO CABO VERDE !..UM CABO-VERDIANO !..


Idalina Gonçalves idagocalves@yahoo.com.br
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Tanta manteiga por dereis. Acho que tempo já é do cabo-verdiano que sempre briga, isulta, gesticula, reclama tudo e mais algum sem nada propor.Necessita de vir ao concreto,interessando-se e propondo algo de conveniente junto ao Adriano Lima e todos os outros que teem paticipado com suas ideias e propostas para que haja consenso e se poder fazer um estudo a priori a caracter socio-economico de restructuração sem prejudicar ninguém para o bem social do povo das ilhas de Cabo Verde.


artur arturgomes@hotmail.com
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Para o meu caro RIP (Rest In Peace). espero que possas descortinar de onde veio toda a massa dos badius, grupo no qual te integras. Eu falei-te de dinheiro honesto, não desse tipo de dinheiro. Desse os sampadjudos de Sonvecenti como gostas de dizer querem distância. Em Santiago tudo serve para ser vendido. Os badius não se cansam de cometer crimes e mais crimes. Descobre-se um aqui e no dia seguinte é outro ali. Droga, lancha voadora, branqueamento de capitais, venda de armas, venda de cartas de condução, venda de diplomas, venda de testes de exames, venda de linhaça, roubo de água, roubo de luz, roubo de terreno, tudo serve para negócio. Já ouvi o Zema, primeiro ministro de Cabo Verde dizer que isso é empreendedorismo. Que o empreendedorismo em Santiago está de boa saúde, bla, bla, bla, bla… Maquiavel não teria sido mais inteligente. Assim será difícil para os sampadjudos residentes na Praia educar os badios de santiago. Os sampadjudos já conseguiram melhorar a raça dos badios deixandos casar com sampadjudas bonitas de pele morena, branca e de boas maneiras e prendadas. Desse modo pode-se ver na Praia Maria como é que raça de hoje até tem cabelo cumprido, kosta-baxu como gostam de dizer os badius mais basofús. Coitado daquele badiu di fora que ainda está casado com uma badia di fora. Não sai de casa muitas vezes e não leva a mulher com ele ou se a leva ela tem de vir a andar dois passos atrás do matchu badiu. Têm dúvida? Não é verdade? Está bem. Então, vamos às provas: Carlos Veiga, Mário Silva, Simão Monteiro, Carlos Veiga Tio, filhos e netos de todos os Veigas, Olavo Correia, Eurico Monteiro, António Mascarenhas Monteiro, Jorge Carlos Fonseca, Agostinho Lopes, Mário Fernandes,Jacinto Santos,Mário Lúcio Sousa, todos os Correia e Silva, Ulisses Correia, Cristina Duarte, Cristina Fontes, Hopfer Almada, Manuel Veiga etc, etc, etc, todos badios radicais,ferrenhos e do interior de Santiago e que, embora militantes de partidos políticos deferentes e antagónicos que até se tentam matar no Parlamento e no Governo que se odeiam entre si mas eles têm um amor comum: O ódio por Sonvecente. São casados com quem? Badias? Não. E porquê? Só pode ter sido para melhorar a raça. A primeira fase do plano dos sampadjudos quando imigraram para a Praia não foi para procurar trabalho não, foi para ajudar a badiulândia a melhorar a raça. Agora entra-se na segunda fase do plano maquiavélico dos Sanvecentinos que é a educar os badius para ver se estes entram na linha e na modernidade e deixam de se matar a torto e a direito por causa da estupidez e de futilidades e se deixam o complexo de inferioridade de lado para sonharem e quererem tudo o que Sovecente tem de bom. Lá diz do ditado: Só burro é que não gosta de chocolati.


DASAEV dasaev1967@gmail.com
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MEUS CAROS, SOU UM DEFENSOR DA REGIONALIZAÇAO E NAO É DE HOJE. EU DEFENDO CADA ILHA UMA REGIÃO - O QUE VAI FAZER A DIFERENÇA NÃO É O NUMERO DE REGIOES MAS A DESCENTRALIZAÇÃO E PODERES QUE OS GOVERNADORES TERÃO. MAS SE TIVEREM DE DIVIDIR AS REGIÕES POR GRUPOS DE ILHAS EU DEFENDO QUE SAO NICOLAU E SAL DEVEM FAZER PARTE DO MESMO PACOTE - SÓ ISSO. SAO NICOLAU TEM MUITO MAIS A GANHAR ESTANDO NUM GRUPO COM A ILHA DO SAL DO QUE COM SANVICENTE. CONTUDO, DEIXO MAIS UMA VEZ BEM CLARO Q A MINHA POSIÇAO É CADA ILHA UMA REGIÃO. O QUE IRÁ MARCAR A DIFERENÇA É O ESTATUTO QUE SE VAI CRIAR - NAO VALERÁ A PENA TER REGIONALIZAÇAO E CONTINUAR A TER UM GOVERNO PATERNALISTA E CENTRALISTA - FUI CLARO?


José Bouquinhas j-bouquinhas@yahoo.com
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Eu ja vos disse que isto nao vai dar em nada. O Senhor é geôgraFo ou coronel? Bem, pode ser as duas coisas, mas a estratégia aqui é ser sobretudo coronel e geôgrafo, mas nao da escola vidaliana de Grenoble, mas da escola alemã da geopolitica, do raum, espaço. Ora bem, somos ilhas e mar, logo somos mais espaço do que o individuo geografico (regiao) de Vidal. Ja nao ha saco para diplomacia, mas para chumbo e balas. Como coronel devia ser que ha um tempo para a paz diplomatica, ha um tempo para a guerra. Somos um povo mestiço, uma raça criada no chao destas terras que sao ilhas entre escravos e senhores, entre pretos e brancos, muitos bandidos, degredados, piratas entre portugueses sobretudo, mas também franceses, ingleses, italianos... Estou-me nas tinas para essa gente toda que ja tive a oportunidade de conhecer; eles nao me dizem nada. Nem os pretos do ocnitnnente nem os europeus brancos com quem jqa vivi mmais de dois terços da minha vida, frequentando as mesmas escolas e instituiçoes que eles; mesmo assim nao valeu a pena. Para eles, o coronel que também ja viveu mais de dois terços com os brancos, é sempre visto como um coronel preto, um intruso em Evora; mas do outro lado, é a mesma coisa; Os meus ditos amigos sul africanos, ugandeses, ruandeses, senegaleses, malianos, etc etc, nunca me vêem como um deles, e nao sabem alias falar comigo. Até o meu ingles ou o meu francês, é visto por eles como imitado do branco, porque me dizem "tu és mestiço", "tu nao és africano". Dito com desprezo. Logo, ha muito que desisti e vivo a minha vida como uma raça complexa e que nao faz concessoes nem a uns nem a outros. Ou tu me respeitas como individuo, ou sai castanhada. Quando me respeitam, replico sempre na mesma moeda, pois tive uma boa educaçao, que começou por ser religiosa catôlica. Mas percorrendo o mundo forgei um outr caracter, forte e desconfiado devido à esperteza saloia desde ou daquele. Isto para dizer, que estamos rodeados de saltimbancos, patifes e corruptos, que nao estao para a diplomacia.Enquanto têm o poder, usam a potência, a vontade da potência como dizia Nietzsche:os mais fracos sao engolidos pelos mais fortes. E' alias a unica linguagem que esses maltrapilhos sem escola, sem civilizaçao conhecem. E' a lei da força! Entao, vamos la passar para o proximo estâdio da saraivada porque de boca doce ja estamos fartos. Proponho pois ao coronel planos e estratégias a serem delineados em Mindelo e Praia, com uma série de conferências de força para exigir o que é nosso e nao para negociarmos. Que tal o mês de Agosto, Duas conferências em Mindelo, pode ser no Liceu Bêdge com livre acesso sobretudo para os nossos inimigos exporem as suas ideiais totalitarias. Nao ha problema eu estou preprado para todos os cenarios. Sou um cultor da Polemologia e conheço de cor os meus classicos. Arrumaremos com duas penadas esses "inimigos" pois eu sei que nao têm nada na cabeça. E basta alinhar-lhes 10 estrategos e alguns conceitos chave da guerra e da paz para ficar desorientados, porque o nivel escolar deles nao passou de copianço em universidades rascas. Nunca frequentaram uma escola de estratégia e geopolitica. Depois avançaremos para a Republica da Praia, onde um virus do R contanminou toda a sua elite, pelo que antes de alinharem duas ideias, ficam engatados nos érrrrrrrrres, sem conseguirem compor uma frase. Frase, eles dizem frrrrrrrasi! Ja se entendeu que esses estarao arrumados depenados que nem galos sem poleiro. Sairemos da Praia com os decretos todos assinados, sendo que o minimalista é a Regiao e o maximalista que é o meu mais querido é uma Ilha Um Estado, ou Um Estado duas ou três IlhAS, consoante o homem e as vivências. Por exemplo nunca na vida poderia haver um Estado Santiago:Soncente, pois esse par é antinomico, mesmo em termos antropôlogicos. Em termos de psicologia é como garrafa e pedra; em termos de civilizaçao, é a mentalidade pré-logica de um lado e a reflexao logica de outro. Este texto so poderia ser escrito por um mindelense culto e viajado. Um santiaguense nunca escrevia uma tal Arte da Guerra e da Paz; Mas porque temos genes comuns, estamos dispostos a fazer uma confederaçao ou uma republica fedderal onde cada estado federado defende os seus interesses em péz de igualdade. Depois o interesse geral sai a ganhar; E desta o centro da gravidade desta nova entidade, é em Mindelo, cidade natural para ser a capital dessa Federaçao ou Confederaçao. E' algo inegociavel. Seremos a capital eterna sozinhos ou dentro da federaçao. Ja disse que é uma vergonha esta terra ter um amontoado de vales e buracos que chamam Praia como capital. Mesmo com o tal estatuto especial a Praia nao ser nem de praia para porcos e cabras sujos que calcorreiam pelas ruas desses becos e achadas da Praia! Basta! A futura Capital da Repoublica federal de Cabo verde é Mindelo. Caso contrario é o divorcio total e cada qual no seu galho. Teremos com a ajuda de Deus a nossa Cidade Capital Soncente, Santa Luzia, S Nicolau, Sal e Boavista numa confedreaçao com poderes soberanos da justiça, defesa e diplomacia internacional.


José Bouqueiro bouqueiramente@gmail.fr
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Oh.. " José Bouquinhas " lendo o teu ( Cooooooommmmmmentàrio , isto é que podemos dizer ,( manda-boca ) ; Se continuares com esse comportamento - de sacha - esta pàgina electronica acabarà por ficar ( saturada das tuas bouquinhas ) ... Haja paciência !...


José Manuel de Jesus jmj@gmail.com
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Acabo de ler o comentário do sr. Bouquinhas. Sinceramente, gostei de o ler mas... Acho-o um bom contista. Senão, bem gostaria que em Cabo Verde minas e indústrias, comercio de nacionais, para que seu sonho fosse uma realidade. Eu já me contentaria com mais poderes (regionais) municipais com mais força na justiça e na segurança. Defesa e diplomacia internacional... não, isso nunca. Mas Poderes para contactos internacionais (v.g. geminações, parcerias e tutti quanti). Sabe, sr. Bouqinhas, se deixassem cada ilha malhar nos ociosos estrangeiros já era muito até para Cabo Verde inteiro. Também limpar as ruas de vendedores do ôculos escuros (pensam que estamos cegos com as traficâncias) e as vendedeodoras de papaia no meio da rua. Soncente, terra de "mnine buzode", sempre foi de morabeza, sempre soube acolher tudo e todos e, agora, se cada ilha tivesse direito na matéria, outro galo cantaria. - Finalmente, patrício sr. Bouquinhas, podíamos defender o que herdamos, zelar pelo que nos é benéfico e - sobretudo - combater o alupec. Digo isso porque sou fraco em português mas lá me vou desenrascando mas se nos trouxerem o tal "lingu nacionali" é para nos fazer em pouco tempo como está o Fortim está agora.


rip rip@hotmail.com
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Artur tu és mesmo bosta! Todas os nomes que apontaste são casados com badias! Seu burro de meia tijela! A Nela do Dico é de SV? A MUlher do Veiga é de SV? a Do MS é de SV? A do Jorge Carlos Fonseca é de SV? Se algumas de SV são de pele branca e de olhos azuis, tu sabes a razão. Mãe que se aqueceram com homens do porto que iam chegando e iam achando fáceis as mulheres da zona, não é, oh arturznho esfomeado e desnutrido? Talvez seja por isso que as mulheres de SV são consideradas tão fáceis já que até "o badio burro" lhes dá a volta. Mas também elas por um prato de bife, abrem-se logo! Que há dinheiro sujo em ST, há sim, mas a maioria é de gente trabalhadora que sai da ilha para ir a outras trabalhar porque ninguém quer pegar na batente. Oh seu burro impotente, vá ao interior de Santa Catarina e veja badias da mais linda que há, com pai e mãe conhecidos e não filhos de pai desconhecidos que um dia aportou, despejou e se foi! Basofo de gaita que nunca criaste nada e andas aqui a despejar tua verborreia senil e estéril! Burro!


Um Observador observadamente@gmail.fr
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Estes colunistas , Rip & Artur , sao indignos de serem cidadaos cabo-verdianos !.. Individuos como esses a desvalorizar a mulher cabo-verdiana ,esquecendo-se que sao filhos também dessas mulheres ?.. E lamentàvel e grosseiro esse tipo de linguagem !..Que tenham juizes " homens-primitivos" ! Um Obervador !..

V O L T A R